Fenômenos luminosos observado em fazenda.
Em 28 de junho de 1975, um grupo de pesquisadores da SPIPDV e da SASCOMPE (Sociedade de Astronomia do Colégio Municipal Pelotense) deslocou-se até a Fazenda do Sr. Carlos Andretti, no Capão do Leão, município de Pelotas (RS), a 35 km da cidade, após receberem informações sobre fenômenos luminosos e desaparecimento de animais na propriedade. Entre 17h e 17h30, a jovem Carla Maia avistou rapidamente uma luz branca brilhante sobre um bosque de eucaliptos a nordeste. Entre 18h e 18h30, o grupo observou junto ao solo, a uns 1.000 metros de distância, uma luz vermelha que cresceu até aproximadamente 10 metros de altura, tomou cor alaranjada na parte superior e vermelho-brilhante na base, com algo girando internamente, transformando-se depois em forma triangular com vértice para cima. A luz durou cerca de 5 minutos; ao se tentar comunicação por rádio, os dois pontos luminosos apagaram de cima para baixo. Um trabalhador da fazenda havia relatado na semana anterior ter visto três discos voadores voando próximos ao Rio Piratini, entre 20h e 21h, com forma redonda como um prato emborcado e luminosidade alaranjada a uns 10 metros do solo. Fotografias tiradas por Pedro Luiz Marasco da Cunha com filme 125 ASA nada captaram após revelação.
Ao tentarem comunicação pelo rádio pedindo que "astronautas de outro planeta apaguem as luzes", os dois pontos luminosos se extinguiram imediatamente de cima para baixo, sendo interpretado pelo grupo como resposta direta à transmissão
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