Extraterrestre.
Em 7 de outubro de 1973, por volta das 10h, Dona Maria Farias Leivas, 66 anos, residente no Balneário dos Prazeres (Laranjal), em Pelotas-RS, relatou ter encontrado um ser de aparência humana — baixo (1,50–1,60 m), franzino, de feições orientais e roupa cinza-azulada com desenhos em losango — parado na porteira de sua residência. O ser afirmou não ser da Terra, declarou ter entrado na casa em busca de uma rede de pesca para usar como cesto de descida de suas naves, e demonstrou à testemunha um cesto vazio descendo por uma corda invisível até o solo. Após cerca de 5 minutos de contato, pediu que ela observasse como partiria; ela sentiu um breve desmaio e, ao se recuperar, tanto o ser quanto o cesto haviam desaparecido sem deixar rastros. O documento é um relato investigativo da SPIPDV (Sociedade Pelotense de Investigação e Pesquisa de Discos Voadores), assinado por Luiz do Rosário Real em outubro de 1975, que também registra um segundo episódio: cerca de um ano depois, o filho da testemunha confeccionou parte de uma rede à noite e sentiu ser observado por alguém invisível.
"Eles têm a facilidade de estar em nosso meio sem serem notados, inclusive atuam junto a estudantes universitários. Para isso se caracterizam, ou melhor, tomam a nossa forma humana, com as mesmas vestimentas que comumente usamos, e assim andam facilmente entre nós sem serem percebidos."
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