Registro de observações de objetos voadores não identificados na região do estado do pará, entre setembro de 1977 e novembro de 1978, especialmente nos municípios de ananindeua, baía de marajó, belém, benevides, benfica, bragança, campo cerrado, colares, marabá, mosqueiro, santo antônio do tauá, são domingos do capim, são felix do xingu, tomé-açu, vigia.
O dossiê ARX-0184 é o relatório confidencial da Operação Prato, conduzida pelo I Comando Aéreo Regional (1 COMAR), 2ª Seção do Estado Maior, documentando 130 registros de observações de OVNI no estado do Pará entre setembro de 1977 e novembro de 1978. Os avistamentos se concentram na faixa costeira nordeste do Pará — especialmente Colares, Santo Antonio do Tauá, Vigia, Mosqueiro e Ilha do Marajó — com padrões altamente recorrentes: corpos luminosos amarelo-avermelhados emitindo lampejos azulados dirigidos, ausência total de ruído, altitudes baixíssimas (5 a 100m), manobras impossíveis para aviação convencional (curvas fechadas de 360°/720°, aceleração instantânea para velocidades supersônicas) e efeitos físicos severos sobre civis atingidos pelos focos de luz (paralisia, paresia lombar, cegueira temporária). A equipe militar da FAB — liderada pelo Cap. Hollanda e composta pelo 1S Q AT MT Flávio e civis recorrentes como Ubiratan Pinon Frias e Célia Montenegro — realizou vigilância noturna sistemática por meses, produzindo dezenas de fotografias com câmeras Minolta SRT 101, Yashica TLS Eletro 35 e filmagem em Super-8. Os casos mais extremos incluem o avistamento de um humanoide de 1,50m emergindo por escotilha (REG 017), um objeto pousado no solo descrito como "chapéu de abas curtas com 2 pés" (REG 083), e a Fazenda Jejú, onde um objeto se aproximou a 70m de altitude e 100m de distância e deixou buracos de 40x40cm no terreno. Dois casos aeronáuticos formais documentam pilotos interceptados por OVNIs: um na rota São Félix do Xingu (REG 129, piloto buscou atendimento médico) e outro sobre Tomé-Açu (REG 130), onde o OVNI manteve posição relativa ao EMB-710 por 4 minutos a 260 km/h antes de ascender em velocidade supersônica. O dossiê inclui ainda 20 páginas de recortes de jornais paraenses (O Liberal, O Estado do Pará, A Província do Pará) cobrindo a histeria do "Chupa-Chupa" e a série fotográfica publicada em junho de 1978.
📑 Seções / sub-casos do documento
- REG 001-014 (Set-Nov 1977): Primeiros registros civis — Santo Antonio do Tauá, Colares, Vigia, Mosqueiro
- REG 015-036 (Nov 1977): Operação Prato — núcleo intensivo Colares/Mosqueiro/Baía do Marajó, aparição do Cap. Hollanda
- REG 037-054 (Nov 1977): Continuação — primeiras fotografias formais, humanoide (REG 017), medições teodolito
- REG 055-068 (Nov-Dez 1977): Fotografias em série — Baia do Sol, Rio Guajará, Fazenda Jejú; evento Fazenda Jejú com 26 fotos e área de pouso
- REG 069-104 (Dez 1977 - Abr 1978): Extensão da operação — Belém, Rio Guajará, Benfica, filmagem Super-8 (Série Virgílio), objetos pousados e interação direta
- REG 105-130 (Jun-Nov 1978): Encerramento — Benevides, Belém, Marabá, Tomé-Açu, São Félix do Xingu; dois casos aeronáuticos formais com relatos FAB
- Anexo 2 — Noticiário de Imprensa (Out 1976 - Jun 1978): 20 recortes de jornais paraenses sobre o Chupa-Chupa, vítimas, fotografias publicadas e mapa de rota
📄 Conteúdo completo do documento (lido por inteiro)




















REG 076 (17 Dez 1977, Fazenda Jejú/Piçareira, Rod. PA-47, São Domingos do Capim): objeto a 70m de altitude e 100m de distância, fotografado em 26 fotos pela equipe A2/I COMAR, girando como pião e mudando de cor do branco azulado ao vermelho rubro — seguido de investigação diurna da área de pouso com buracos de 40x40cm e 60cm de profundidade documentados. REG 130 (28 Nov 1978, Tomé-Açu): OVNI manteve posição relativa ao EMB-710 por 4 minutos a 260 km/h, causou turbulência e perda de altitude em segunda passagem razante a 100m da aeronave.
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